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Fazer Terapia - O que é isso?



INTRODUÇÃO:

Quando se fala em “fazer terapia”, esta, obrigatoriamente, precisa ser realizada por um profissional que esteja apto para a condução do trabalho. Em última instância, para que um momento de terapia seja nomeado enquanto tal, é necessário que se tenha no mínimo duas pessoas. Uma com formação específica na área de Psicologia, registrada em seu Conselho Profissional – no caso de Minas Gerais, CRP-04 – e outra que sinta necessidade de conversar sobre assuntos de ordem emocional.



QUEM PROCURA AJUDA DE UM PSICÓLOGO É DOENTE?

Infelizmente, essa ainda é uma pergunta feita por muita gente. A resposta é: depende. Claro que atendemos casos de pessoas que estão com algum tipo de doença emocional e/ou mental. No entanto, há muito tempo o trabalho de acompanhamento psicológico deixou de ser destinado a apenas esses casos. A grande maioria das pessoas que me procuram, deseja conversar sobre questões emocionais que acometem a todos nós no dia a dia. Isso nem de longe pode ser considerado fraqueza ou adoecimento mental. Associar a procura por um psicólogo ao fato de ser doente ou fraco é uma concepção absolutamente ultrapassada nos tempos atuais.


FAZER TERAPIA = APRIMORAMENTO DE SUA FORMAÇÃO PESSOAL

Entendo que o ser humano precisa investir em alguns tipos de formação em sua vida: - Formação escolar – construída nos colégios e universidades; - Formação profissional – construída no mercado de trabalho e, em parte, nas universidades e escolas técnicas; - Formação espiritual – construída de acordo com alguma religião ou doutrina (não importa qual); no entanto, também respeito as pessoas que preferem o ateísmo. - Formação pessoal – construída a partir de um trabalho de psicoterapia junto a um profissional habilitado para tal fim. Importante lembrar, que o processo de formação pessoal, inicia-se na fase de Terapia de Crescimento, conforme será explicado a seguir.



ESTÁGIOS DO PROCESSO DE PSICOTERAPIA SOB MINHA ÓTICA:

Terapia de Tratamento: A metáfora que melhor explica esse termo é o famoso "apagar incêndio". Geralmente é o início de muitos acompanhamentos psicológicos. O paciente chega com questões pontuais, quase sempre, de ordem afetiva (namoro, casamento, filhos, amizades) e/ou de trabalho (emprego, estudos, negócios, cursos, carreira, finanças). O objetivo inicial é tentar trabalhar esses problemas para "estancarmos a hemorragia emocional” o quanto antes. A duração do tempo da fase de tratamento varia de pessoa para pessoa. Pode durar dias, meses ou até anos.
Terapia de Crescimento: É a segunda fase de um trabalho de psicoterapia e tende a se prolongar por mais tempo. Após "o incêndio apagado" na terapia de tratamento, começamos a analisar vários ângulos da vida do paciente, sem pressa. É a tentativa que temos para entender mais sobre sua personalidade, assim como, o mundo que está a sua volta. A partir desta investigação é que torna-se possível compreender o modo dele ver e lidar com o mundo, o que, provavelmente, tem relação direta com as questões originais que o motivaram a buscar ajuda. Essa fase é sem sombra de dúvida, a que mais trará contribuições ao paciente. Após o período inicial de "tormenta", esse trabalho pode durar alguns meses ou, até mesmo, anos. Por isso é que não se tem como definir a princípio, a duração do trabalho de psicoterapia. A experiência clínica tem me mostrado que, pessoas que se prestam a continuar a terapia, mesmo depois das questões iniciais terem sido sanadas, conseguem permanecer mais equilibradas, tornam-se mais maduras, mais centradas no planejamento e na execução de coisas importantes em sua vida e mais conscientes de suas limitações. Aprendem ainda, a explorar ao máximo suas características de personalidade e tendem a ser mais bem sucedidas afetiva, social e profissionalmente.